Meus Sentimentos E Reflexões
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Home Archive for 2016-11-06

Meu nome é Rafael, não sei qual minha idade, perdoa por não saber... Acho que 46. Moro aqui nesse bairro a muito tempo... 
As estradas são geladas a noite, as manhãs são tristes... Mas o dia é bom, o Sol me dá coragem para pedir emprego de porta em porta. Nunca consigo (risos com lágrimas). Também, quem vai me contratar com essa roupa rasgada e esse cheiro? Mas, não há tantas condições para outras roupas ou para tomar um banho, às vezes, passo semanas sem um banho e anos com a mesma roupa. Consigo no máximo o dinheiro para o almoço do dia: Um salgado e um copo de café ou suco, às vezes uma marmita com arroz e feijão, quando acontece fico muito feliz. 
As pessoas não gostam quando como lá nos restaurantes. Então, por respeito me retiro e como na calçada. 
As moças com aqueles saltos barulhentos e os rapazes de social daquela empresa ali (aponta para a empresa) me fazem questionar minha visibilidade. 

Sempre que consigo, levo um pedaço de pão para meu amigo, o Fred. Um cãozinho que me ama, mesmo que eu não cheire bem e tenha a barba cheia de nós. Amo ele também, o amor da minha vida! Sempre fiz de tudo para fazer ele feliz, mas sei que quase nada tenho. 
Nesse mundo não tenho valor, sou como fezes para as pessoas. 

Oh, meu Deus! 
Qual minha missão aqui? (Olha para o céu). Tenha misericórdia dessas pessoas. Como um dia teu filho disse:
"Eles não sabem o que fazem". 

Talvez viver assim seja melhor; ser rejeitado por eles não é o fim. É o exato retrato do que não sou. 
Porque se eles são os tais seres humanos, me chamar de ser humano é uma tamanha ofensa. (Morde um pedaço de pão puro e oferece ao Fred). 

- Juliane França. 



Ela queria conhecer minha mãe
Naquele dia, contei pra ela
Que minha família deixou de existir
Depois de um acidente
Ela me abraçou e falou que tinha que ir
Ela nunca mais me ligou
Ela falou que ia me ligar
E até hoje espero
Não consigo abrir sua página
No whats está sem foto
Não quero acreditar que me bloqueou
Me distraiu e me deixou
Sozinho, jogado
Se assustou com minha vida
E minhas batalhas
O que eu fiz?
Desculpe se estraguei sua blusa
Aquele dia com minhas lágrimas
Desculpe por ser o único sobrevivente
Desculpe por não poder te dar uma sogra, um sogro e um cunhado
Desculpe por não ter ido junto com eles
Até hoje me odeio por isso
O que fazer agora?
Ela me deixou
Porque tenho coração destruído
Pelo vazio deixado pela família
Ela me deixou
E estou prestes a me deixar também
- Juliane França.


Sou a vadia que você estava atrás.
Eu mesma!
A amante do seu marido.
A mulher independente,
Que tira fotos levantando o copo
Cheio com o vinho que eu mesma pago.
Com com o vestido
E o salto que eu banquei!
A mulher sorridente que caiu na lábia.
Sou a vadia que foi enganada, como você!
Que não viu aliança na mão dele
E ouviu juras de amor...
Sou a putinha
Que não tem compromisso com você,
Que não te deve satisfações,
Que não te deve fidelidade!
Sou a vadia
Que te vê perdendo tempo.
Está aqui na minha frente me xingando,
Mas quando chegar em casa,
Vai deitar na mesma cama que ele
Vai estar satisfeita psicologicamente.
Acorda! Sou apenas mais uma.
Vão haver muitas outras vadias.
Olhe, vou te dar um conselho:
Só acho que talvez o problema esteja nele.
- Juliane França.

Nao sei o que sou
Sou pequenino
Eu brincava entre as flores no jardim
Até que Deus me beijou
E pediu para um anjo me trazer
Aqui é tão macio

É um cantinho delicioso
Como as nuvens do céu
Que me faziam dormir
Sinto que vou crescer
Acho que um dia vou ficar grande demais para esse lugar
Porém, ainda sou pequeno

Os anjos me contaram que
Estou dentro de minha mamãe
Uma moça que vai me dar o amor incondicional
Estou feliz por não estar só!
Mas será que não estou machucando minha mamãe?

Desculpe, mamãe!

Que sono gostoso
Opa! O que é isso?
Isso vai me furar

Mamãe, me ajuda!
Me tira daqui, mamãe
Eu não quero mais dormir
Me ouve, mamãe
Mamãe, essa coisa vai me machucar
Me pega no colo, mamãe
Eu te, eu te amo mamã...

...
Você acha justo matar um ser indefeso, quando a sua vida não foi interrompida no momento em que não podia se defender?

- Juliane França.


Fogo bom que me arde e consome
Sensação deliciosa...
Chego molhada até o Espaço
Vejo mais estrelas que as já existentes
Elas têm cheiro de prazer
E me sorriem com maldade
Ignoro o telefone!
Não quero voltar para meu banheiro vazio
Quero ficar em êxtase pra sempre
Isso necessita durar toda a minha vida!
Gostoso...
Estou perto de chegar a Lua
Meus dedos estão escorregadios demais
Meu gemido perde a força
Meu corpo perde a boa postura
Alma e pernas bem abertas
Olhos revirados para melhor presenciar o paraíso
...
E quando finalmente toquei a Lua
Jorrei, jorrei gostoso
(Ahhh...)
Jorrei revigor
E a mais indescritível poesia
- Juliane França.



Durante toda a minha vida vejo uma rotulagem podre aos homens. Referem-se aos homens como sendo animais movidos pelo instinto, sem pensar nas consequências e somente em sua satisfação sexual.
Infelizmente, o tal conceito imposto é tão generalizado que muitos se rendem, abaixam a cabeça e vestem a fantasia (acabam ficando com mulheres por pressão de amigos, tendo relações sexuais sem vontade, etc) para não serem chamados  de homossexuais, ou mesmo nomeados por adjetivos que preferi não expor aqui.
Não é assim, homem não se rende à qualquer "buraco", homem tem mente, homem tem racionalidade. E os que se rendem à qualquer "buraco", não são homens... São animais ainda não evoluídos e tiveram a sorte (ou não) de encarnarem em corpo humano.
- Juliane França.



Sou leve ou pesada
Curta ou longa
Tenho vários assuntos
Sou intensa, sou vaidosa
Gosto que me enriqueçam
Com as mais lindas palavras
Meu sorriso é leve
Meus cabelos são as ondas do mar
Meus olhos são as florestas virgens
Minha boca é gostosa como morango e chocolate
Tenho uma silhueta de vento
Quero te conscientizar
Te fazer amar
Te fazer rir
Te fazer gozar
Quero te fazer eu
Sou sua amiga
...
Sou a poesia
- Juliane França.

Se sou gorda,
Sou baranga !
Se sou magro,
Sou anoréxico!
Se sou preta e uso social,
Sou guerreira!
Se sou branco e uso social,
Sou burguês!
Se ressalto ser heterossexual,
Sou preconceituosa!
Se ressalto ser homossexual,
Sou uma piada!
Se não tenho religião,
Sou "sem salvação"!
Se sou evangélica,
Sou fofoqueira!
Se sou católico,
Sou perdido!
Se saio a noite,
Sou puta!
Se não saio,
Sou anti-social!
Se vou casar,
Sou precipitada!
Se exponho conquistas,
Sou exibido!
Se exponho tristezas,
Sou dramática!
Se sorrio para todos,
Sou falso!
Se sorrio para poucos,
Sou metida!
Se não aceito o primeiro convite daquela moça,
Sou antipático!
Se aceito o primeiro convite daquele cara,
Sou fácil!
Se uso roupas folgadas,
Sou cafona!
Se uso roupas curtas,
Sou piriguete!
Se construo meu próprio estilo,
Sou estranho!

Credo, isso cansa!

Segundo a sociedade,
Para que lado devo ir?
Reconfortante é saber
Que tenho rótulo nenhum
Medíocres títulos prontos

O que sou?
Sou o que eu quiser!
E o que sou
Supera a todos os rótulos

- Juliane França.




  
"Cecília, vai me odiar 
Vai desejar minha morte e com razão 
Vai esquecer de nossos dias de sorrisos 
Da nossa infância cheia de lama e doces 
Vai detestar nossa amizade 
Mas preciso lhe contar algo, que me sufoca hoje: 
Transei com seu namorado. 
Foi no chão da minha sala 
Cheio de suor e insanidade 
Gozo intenso e breve 
Não sei porquê o fiz 
Algo carnal tomou conta de mim 
Muito forte 
Eu poderia ter todos, modéstia à parte 
Mas quis ter o seu 
Desejei sentir o que sentia 
Desejei saber o que lhe ocupava quando se ausentava de mim 
Sempre fui fiel na parte lhe contar meus segredos 
E agora, mais uma vez cumprindo isso 
Lhe declaro que a trai 
Desculpa, Cecília 
Sou a amiga que você não queria ter 
A amiga que deveria evitar ter 
Ah, o Denis estava bêbado, não brigue com ele 
Brigue comigo 
Espero sua visita e também pela ausência dela." 
 (Continua...) 
  
 - Juliane França.
Doa a quem doer, mas precisei escrever isso, estava transbordando mágoa.

Mesmo que hoje em dia as mídias sociais tenham ajudado as pessoas divulgarem seus trabalhos e dons, uma boa divulgação que se recompensa pela chegada de admiradores, compradores, segundos divulgadores ou/e críticos, necessita de dinheiro. Ah, o dinheiro... Onde ele não está, né? Pensando bem, sei onde ele não está: Nos corações dos verdadeiros escritores (cronistas, poetas, etc); os quais não querem dinheiro, só querem mostrar ao mundo uma forma mais espirituosa de enxergar e levar a vida. Uma arte linda, a qual com muito orgulho e prazer faço parte.

A "escadinha" encontra-se presente em tudo, infelizmente até mesmo no meio literário, devo ressaltar que não falo dos escritores grandes nesse texto e sim dos da mesma altura. Aqueles que em algum momento tiveram as devidas condições para criação de páginas e impulsionamento das mesmas, assim tornando-se escritores grandes no meio social. É lindo ver como as pessoas estão apreciando a escrita hoje, admiro muito. Mas o que me comove é o fato do egoísmo nesse meio; o amigo escritor que sobe esquece dos amigos escritores que lá embaixo ficaram. Poxa! 

Sempre vi a escrita como um meio de aproximar as pessoas, sempre tive a esperança de que um autor puxaria o outro pelo braço para subir ao mesmo degrau e juntos conseguirem com mais força dar uma decoração mais leve ao mundo!
Acho que mergulhei fundo demais no meu próprio pensamento, pois não é assim, quando uma página grande vê que você se destaca a partir dela, ela te oculta. Não to falando besteira, hoje é a terceira vez que passo por isso. Duas dessas três grandes páginas me bloquearam. Muita inveja, falta de humildade, individualismo... Credo.

Sou escritora pouco divulgada, mas se algum dia Deus me permitir expandir, vou oferecer meu braço para ajudar e levantar todos os que me recorrerem e um dia foram como eu. Pra minha voz ser mais forte, nossa voz ser mais intensa. Podem usar esse texto como minha palavra!
Escritores, páginas grandes e pequenas... Somos um! essa é a arte em que menos espera-se egoísmo, é coisa de alma, reconhecimento, admiração, conscientização... Não é coisa de "likes".

- Juliane França.


Sorrir para sua face e como recompensa dar-me suas largas costas
É facada no coração, no pulmão, em todos os órgãos
Principalmente em minh'alma
Usar meu sorriso para lhe acariciar e ver suas expressões de indiferença
Corrói como ácido
A rejeição mata
A indiferença machuca, mesmo sendo de cor neutra
Estou doente
Vomito poesias tristes toda a madrugada
Vejo a noite chegar e ser morta pelo nascer do Sol
Minha cor não é mais preta - amarela se tornou
Preciso ser importante pra você
Mesmo que artificial isso seja
Mande-me um "alô"
Imploro com soluços de esperança
Não me enterre vivo
Na cova dos corações destroçados.


- Juliane França.


Quero acordar amanhã
E cair breve chuva fria
Tomar um chá de hortelã
Escrever uma mini-poesia
Que apele por tua atenção
E esperançosamente seu suspiro
Quero te causar emoção
Te fazer ficar comigo
Quero acordar amanhã
E meu coração curado estar
Avistar naquela árvore crescer maçãs
Ver você para mim digitar
Que seja diferente
Dos tantos dias iguais
Que fiquemos juntos para sempre
Espiritualmente, sem dias cinzas jamais.
- Juliane França


Coloque essas roupas
Não quero saber de sexo!
Quero admirar minha princesa
Com sorrisos e cafunés
Minha princesa
Guarde seus seios
Levante a calça
Quero sentir a maciez do seu cabelo longo
Não abra as pernas para mim agora
Abra seus braços e me acolha
Me faz esquecer desse mundo carnal
És minha princesa, não necessito de seu corpo
Necessito do seu espírito.
- Juliane França.


Gente, esse texto sim é de vivência minha! Vou contar algo particular da minha infância.
Quando mais nova, usava o cabelo preso pra trás, bem "lambido" e bem apertado, não podia soltar, "se soltar ele assanha", passei a crer que meu cabelo não servia pra nada, enquanto as outras meninas de cabelos lisos usavam seus cabelos alternadamente soltos e presos. Acredita que lembro até hoje, do dia em que uma menina virou para jogar os cabelos dela na minha cara de propósito? (Sempre tive esse problema de, mesmo quieta, as pessoas cismarem comigo).
Meu cabelo não tinha vez e os cremes só serviam para deixar ele imóvel. (Aff)
Hoje as coisas mudaram, mas sei lá, ainda vejo alguma coisa errada: Cabelo cacheado não deveria ser "modinha", deveria desde o princípio ser tão normal quanto os lisos.
As pessoas descobriram a tamanha beleza, sensualidade e auto segurança que um belo cacho pode proporcionar, olha que legal!
É muito prazeroso ver as meninas e meninos fazendo a tal "transição capilar", hoje os cachos são muito bem aceitos e até mesmo aderidos pelas 'lisas' que talvez zombariam do mesmo estilo de hoje naquele tempo.
Agora, nem ligo se tem muito volume, na verdade acho é bom, só queria que não fosse visto como estilo, porque não é - é identidade, sempre foi e sempre será.
- Juliane França.


"Oi, sou o seu denominado "animal de estimação", gostaria muito que me entendesse. Algum dia desses, me sentir como sendo tão digno de ser tratado bem seria melhor que qualquer petisco, galho ou aquelas migalhas que você me dá e entendo como "prêmios".
"Bom garoto", "Muito bem" é o que me diz quando obedeço alguma ordem sua. Mas fico triste, por que não pode obedecer alguma ordem minha também?
Queria um amor menos raso, queria ir contigo viajar... Ter mais exclusividade também seria uma boa.
Por que me castrou? Você não sabe se eu queria isso. Eu não queria! Acha justo postar na rede social que me ama? Quando me deixa passando frio e levando chuva a noite?
Acho que amor é muito diferente disso, caro dono. Eu te amo - e não preciso te pedir para buscar galhos ou dar a pata para te dar carinho, só preciso do seu puro carinho e atenção, para que eu retribua em dobro, te doarei meu coração e minha alma. Como sempre, mas queria mais que essas migalhas.
Mesmo que o frio me congele a espinha e sozinho eu fique enquanto viaja com seus amigos humanos, espero com brilho nos olhos por sua chegada e seus segundos dedicados à mim.
Eu te amo, me faz um carinho?"
- Juliane França.

Perfumei nossa casa
Com o melhor dos perfumes
Perfumei meu corpo
Com pétalas doces
Preparei sua refeição de infância
Coloquei um vestido azul rodado
Soltei meus cachos
Desliguei-me da tecnologia
Me despedi das amigas
E ansiosa te esperei
Sentada num sofá
E olhando para nosso ninho perfeito
Fiquei ansiosa e feliz
Quando chegou, não me beijou
Não viu meus cachos
Nem meu vestido azul
Elogiou a comida
E logo após me 'comeu'
Meros minutos vazios e ocos
Quando virou-se, tomei banho
E avistei em sua cueca
Marcas borradas de batom rosa
Sorri chorando
Chorei sorrindo
O vestido azul virou lenço

Quando foi trabalhar
Perfumei nossa casa
Com o melhor dos perfumes
Perfumei meu corpo
Com pétalas doces
Tirei a água da geladeira
Coloquei um vestido vermelho
Soltei meus cachos
Chamei por seu amigo
E desliguei-me da tecnologia
Me despedi das amigas
E ansiosa o esperei
Sentada na beira da sua cama
Olhando para nosso falso ninho perfeito
Quando ele chegou, me beijou
Elogiou meus cachos
E tirou meu vestido com carinho
Não quis beber água
Mas me 'bebeu'
Deliciosas horas cheias de prazer
Tomamos banho juntos
Haviam marcas de batom em sua cueca
Mas eram minhas
Sorri gozando
Gozei sorrindo
O vestido nos serviu de lençol
Agora lhe digo:
Um vestido teve alegria
O outro nem tanto assim.

- Juliane França.



Palavras pingando suor
Suspiros de prazer mútuo
Insanidade insaciável
Gemidos cantados e incontidos
Palavras de carinho e deliciosas ofensas após
Alisar, arranhar, encostar, bater, chupar, morder
Mas que descontrole!
Descontrole dos animais inconscientes
Do resto do mundo
E vivendo loucamente aquele bom breu
Aquelas horas ferventes
Em que pode chover estrelas
E falarem as flores
Chove você dentro de mim
E em ti implora satisfação, a minha flor
- Juliane França.


Como reconhecemos um poeta? 
Fácil! 
Repare que não cheira artificialmente (mas não fede, né?!) 
Sorri ao ver um animal ou flor, como que vê um ente querido
Quando chove, é privilégio se molhar 
Adentra o céu com esperança de continuidade boa Assiste as pessoas como almas e não singelas carnes ocas
Penetra profundamente em seus afetos, seja positiva ou negativamente 
Sonha em sentir o cheiro da lua, e as respostas calmas da voz de mulher livre do mar 
Tem amor que transborda... 
E derrama em papéis



- Juliane França.
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Olá, como vai? Espero que bem! Tenho 20 anos e sou completamente apaixonada pela escrita. Desculpe, sou péssima para me descrever, creio que para conhecer mais sobre mim, só me conhecendo ou mesmo me lendo! (risos) Seja bem vindo (a), espero que goste. Não venha só uma vez!
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